Modelo operacional

Aprovaram o Capex.
A vaga, não.

Entre a aprovação do investimento e o time em campo corre um processo de contratação em outro relógio — e um quadro fixo que você não desfaz quando o projeto acabar. Em 30 minutos, sem custo: o que trava por falta de gente, o que trava por modelo e o que dá para destravar com o time que você já tem.

Conversa de 30 minutos, sem custo, sem proposta na chamada.

Você chegou por um link e provavelmente não conhece a PMBasis. Então comece pelo que dá para conferir.

Desde 2014 em gestão de projetos e PMO, em mineração e siderurgia, energia, engenharia e infraestrutura, indústria, saúde, tecnologia e serviços. Abaixo, os clientes atendidos nesses doze anos.

E um cliente falando por conta própria: Paulo Massara, CIO da Fundação Renova, conta em vídeo que trabalhou com a PMBasis durante 5 anos. Os cinco anos são o número dele, não o nosso — e são o único número desta página. O vídeo está mais abaixo, com ele falando.

Se você reconhece mais de um destes, o problema não é o time.

É o que a gente ouve na sala antes de qualquer contrato ser assinado.

Nenhum desses se resolve com mais uma cobrança na reunião de segunda. E nem todos se resolvem contratando: alguns somem quando muda o critério que libera o gate ou a forma de medir o físico. Separar um caso do outro é exatamente o assunto desta página.

O inimigo não é a pessoa. É a vaga.

Quando o time chega no limite, a saída disponível costuma ser uma só: abrir vaga. E abrir vaga é headcount aprovado por quem não conhece o projeto, um processo de recrutamento que corre em outro relógio e um cargo que continua no organograma muito depois de o projeto acabar. É uma decisão de anos tomada por causa de um projeto de meses — por isso ela demora, e por isso ela trava.

A saída não é contratar mais rápido. É separar duas coisas que a operação trata como uma só.

Capacidade

É quem executa agora. Entra quando o projeto exige, como serviço, com data de saída — sem abrir vaga e sem esperar um processo seletivo.

Modelo

É o que decide como se executa: a rotina de planejamento, o critério que libera um gate, a forma de medir físico contra HH, a cadência da decisão e quem responde por ela. Isso não vai embora com ninguém — é o que faz o projeto seguinte entrar sem abrir outra conta de headcount.

Capacidade quando o projeto exige, sem abrir vaga — e o modelo fica.

A conversa

30 minutos: três respostas sobre a sua operação, não sobre a PMBasis.

Você traz um projeto — o que está apertando agora. A gente faz as perguntas que faz antes de qualquer contrato: como o escopo é fechado e por quem, quem aprova o gate e com qual critério, como o avanço físico é medido contra o HH da contratada, quem estaria livre para tocar isso amanhã.

E você sai da chamada com três respostas ditas em voz alta:

  1. Em qual ponto o seu caso trava.

    Fechamento de escopo, critério de gate, medição do físico contra o HH ou passagem para a operação. Uma hipótese com endereço, não um diagnóstico genérico.

  2. O que é modelo e o que é gente.

    O que dá para destravar com o time que você já tem — mudando rotina, critério de decisão e quem responde pelo quê — e o que não se resolve sem alguém de fora dentro da operação. Essa fronteira é o que você leva para a sua reunião interna: ela vale com a PMBasis e vale sem.

  3. Qual é o menor movimento que destrava, e em que ordem.

    Inclusive o movimento de não contratar ninguém: se a leitura for que isso você resolve internamente, você ouve isso na hora, com o motivo, e a conversa acaba aí. É um desfecho legítimo para esses 30 minutos.

Não sai relatório, laudo nem PDF. Meia hora não comporta levantamento, e a gente não vende trabalho que não dimensionou. O que existe de escrito nesse estágio é o que você anotar — e é seu, para usar com o seu time, com a sua diretoria ou com outro fornecedor.

Quando essa conversa não vale o seu tempo

Não vale

  • Para cotação. Se o escopo já está fechado e o que você precisa é preço para comparar, escreva isso no formulário: a gente segue por e-mail, sem tomar meia hora da sua agenda.
  • Se a decisão já foi tomada e falta a terceira proposta na pasta. Aí a gente prefere ficar de fora.
  • Sem um caso concreto. Sem projeto na mesa vira palestra, e disso a internet já está cheia.
  • Como apresentação institucional nem como reunião que termina em proposta. Se fizer sentido continuar, a proposta vem depois, escrita, com escopo e preço — escopo não se fecha em meia hora.

Vale

  • Se você responde por projetos com data marcada e custo por dia de atraso.
  • Se tem pelo menos um travando agora.
  • Se consegue descrever o problema em uma linha.

Você não precisa ser quem assina o contrato — precisa ser quem sente o problema.

Quem faz o trabalho

Quem senta do outro lado

Gustavo Teixeira

Gustavo Teixeira

Founder · Mentor em Gestão de Projetos, Mudanças e Agilidade

  • PMP®
  • PMI-PMOCP™
  • Prosci® Executive Instructor
  • Stanford University
Shirlei Querubina

Shirlei Querubina

Consultora Master · Facilitadora

  • PMP®

Os dois são professores de pós-graduação: ensinam o que praticam. O trabalho usa ferramentas e métodos globalmente consagrados de avaliação de maturidade e de estruturação de PMO — você enxerga o critério, não existe caixa-preta. E do outro lado da conversa está um consultor da PMBasis, não um vendedor.

Trabalhei com a PMBasis durante 5 anos. Eles gerenciavam projetos ou forneciam colaboradores com expertise totalmente ajustada à necessidade do meu negócio. Recomendo a PMBasis para qualquer processo dessa envergadura.
Paulo Massara Paulo MassaraCIO · Fundação Renova

Cinco anos de renovação, ditos por quem contratou, são a única prova de consultoria que o fornecedor não consegue escrever sozinho.

A parceria com a PMBasis fez diferença na empresa onde trabalhamos juntos. Além da competência técnica, a equipe sempre esteve presente, ouvindo nossas necessidades e transformando desafios em soluções práticas. O atendimento próximo, a transparência e o comprometimento com os resultados foram diferenciais que marcaram toda a nossa experiência.
Patrícia CouceiroContratos · ArcelorMittal Tubarão
A PMBasis foi essencial na construção da metodologia de gestão de projetos da empresa em que trabalhamos juntos. Com profundo conhecimento das melhores práticas, do PMBOK às abordagens ágeis, a equipe soube adaptar esses conceitos à nossa realidade, trazendo uma metodologia mais simples, prática e eficiente, sem perder a consistência técnica. Além da definição dos processos, a PMBasis teve papel importante na capacitação dos gerentes de projetos, por meio de treinamentos de alta qualidade e de uma parceria muito próxima ao longo de toda a implementação. O resultado foi um aumento significativo da maturidade em gestão de projetos e uma forma de trabalho mais alinhada às necessidades da organização.
Karen FróesPMO · Gerdau
A PMBasis foi uma parceira fundamental na consolidação da cultura de gestão por projetos da TI do Grupo Santa Joana. Enquanto estruturávamos o PMO e conduzíamos iniciativas de alta complexidade, como o Projeto Paperless, a mentoria e o apoio da equipe foram decisivos para desenvolver nossas lideranças, fortalecer a governança e elevar a maturidade em gestão de projetos. O legado deixado pela PMBasis permanece na organização e contribuiu diretamente para a evolução da nossa capacidade de entregar projetos.
Carlos NascimentoLíder do PMO de TI · Grupo Santa Joana

O que fica depois

O que a gente instala fica registrado no Pulse, a plataforma própria da PMBasis, em operação em portal.pmbasis.io: diagnóstico de maturidade, desenho do PMO, roadmap de portfólio, indicadores, atas geradas com IA a partir da transcrição da reunião e síntese de lições aprendidas.

O trabalho completo tem cinco etapas — diagnóstico de maturidade, desenho do PMO, implantação assistida, operação com indicadores e evolução contínua. Isso é o projeto, dimensionado à parte, e não é o que acontece nos 30 minutos. Ver as cinco etapas e o painel em detalhe.

O que fica com o seu time depois não é a lembrança do projeto. É o critério de decisão, a cadência e o indicador que sustenta cada uma.

Próximo passo

Comece pelo projeto
que está apertando.

Descreva em uma linha qual projeto é e o que está travando. É essa linha que abre a conversa — para você não gastar os primeiros dez minutos explicando o óbvio, e para a gente dizer antes se o caso não é da nossa alçada.

Por onde você começaria?

Ao enviar, o WhatsApp abre com a sua mensagem já escrita — você lê antes de mandar. Se preferir, envie por e-mail. Conversa de 30 minutos, sem custo, sem proposta na chamada.

Quero os 30 minutos