Gustavo Teixeira
Founder · Mentor em Gestão de Projetos, Mudanças e Agilidade
- PMP®
- PMI-PMOCP™
- Prosci® Executive Instructor
- Stanford University
Entre a aprovação do investimento e o time em campo corre um processo de contratação em outro relógio — e um quadro fixo que você não desfaz quando o projeto acabar. Em 30 minutos, sem custo: o que trava por falta de gente, o que trava por modelo e o que dá para destravar com o time que você já tem.
Conversa de 30 minutos, sem custo, sem proposta na chamada.
Você chegou por um link e provavelmente não conhece a PMBasis. Então comece pelo que dá para conferir.
Desde 2014 em gestão de projetos e PMO, em mineração e siderurgia, energia, engenharia e infraestrutura, indústria, saúde, tecnologia e serviços. Abaixo, os clientes atendidos nesses doze anos.
































E um cliente falando por conta própria: Paulo Massara, CIO da Fundação Renova, conta em vídeo que trabalhou com a PMBasis durante 5 anos. Os cinco anos são o número dele, não o nosso — e são o único número desta página. O vídeo está mais abaixo, com ele falando.
É o que a gente ouve na sala antes de qualquer contrato ser assinado.
A parada de planta tem data desde o ano passado e o escopo só fecha na semana anterior.
O gate foi aprovado porque a data do gate chegou, não porque o critério foi atendido.
O HH da contratada avança todo mês, o físico não acompanha, e a medição do marco vira discussão.
A operação descobre na partida o que vai receber, e não é o que ela pediu.
O Capex está aprovado e não há ninguém livre para tocar o projeto.
Nenhum desses se resolve com mais uma cobrança na reunião de segunda. E nem todos se resolvem contratando: alguns somem quando muda o critério que libera o gate ou a forma de medir o físico. Separar um caso do outro é exatamente o assunto desta página.
Quando o time chega no limite, a saída disponível costuma ser uma só: abrir vaga. E abrir vaga é headcount aprovado por quem não conhece o projeto, um processo de recrutamento que corre em outro relógio e um cargo que continua no organograma muito depois de o projeto acabar. É uma decisão de anos tomada por causa de um projeto de meses — por isso ela demora, e por isso ela trava.
A saída não é contratar mais rápido. É separar duas coisas que a operação trata como uma só.
É quem executa agora. Entra quando o projeto exige, como serviço, com data de saída — sem abrir vaga e sem esperar um processo seletivo.
É o que decide como se executa: a rotina de planejamento, o critério que libera um gate, a forma de medir físico contra HH, a cadência da decisão e quem responde por ela. Isso não vai embora com ninguém — é o que faz o projeto seguinte entrar sem abrir outra conta de headcount.
Capacidade quando o projeto exige, sem abrir vaga — e o modelo fica.
Você traz um projeto — o que está apertando agora. A gente faz as perguntas que faz antes de qualquer contrato: como o escopo é fechado e por quem, quem aprova o gate e com qual critério, como o avanço físico é medido contra o HH da contratada, quem estaria livre para tocar isso amanhã.
E você sai da chamada com três respostas ditas em voz alta:
Fechamento de escopo, critério de gate, medição do físico contra o HH ou passagem para a operação. Uma hipótese com endereço, não um diagnóstico genérico.
O que dá para destravar com o time que você já tem — mudando rotina, critério de decisão e quem responde pelo quê — e o que não se resolve sem alguém de fora dentro da operação. Essa fronteira é o que você leva para a sua reunião interna: ela vale com a PMBasis e vale sem.
Inclusive o movimento de não contratar ninguém: se a leitura for que isso você resolve internamente, você ouve isso na hora, com o motivo, e a conversa acaba aí. É um desfecho legítimo para esses 30 minutos.
Não sai relatório, laudo nem PDF. Meia hora não comporta levantamento, e a gente não vende trabalho que não dimensionou. O que existe de escrito nesse estágio é o que você anotar — e é seu, para usar com o seu time, com a sua diretoria ou com outro fornecedor.
Você não precisa ser quem assina o contrato — precisa ser quem sente o problema.
Founder · Mentor em Gestão de Projetos, Mudanças e Agilidade
Consultora Master · Facilitadora
Os dois são professores de pós-graduação: ensinam o que praticam. O trabalho usa ferramentas e métodos globalmente consagrados de avaliação de maturidade e de estruturação de PMO — você enxerga o critério, não existe caixa-preta. E do outro lado da conversa está um consultor da PMBasis, não um vendedor.
Trabalhei com a PMBasis durante 5 anos. Eles gerenciavam projetos ou forneciam colaboradores com expertise totalmente ajustada à necessidade do meu negócio. Recomendo a PMBasis para qualquer processo dessa envergadura.
Paulo MassaraCIO · Fundação Renova
Cinco anos de renovação, ditos por quem contratou, são a única prova de consultoria que o fornecedor não consegue escrever sozinho.
A parceria com a PMBasis fez diferença na empresa onde trabalhamos juntos. Além da competência técnica, a equipe sempre esteve presente, ouvindo nossas necessidades e transformando desafios em soluções práticas. O atendimento próximo, a transparência e o comprometimento com os resultados foram diferenciais que marcaram toda a nossa experiência.
A PMBasis foi essencial na construção da metodologia de gestão de projetos da empresa em que trabalhamos juntos. Com profundo conhecimento das melhores práticas, do PMBOK às abordagens ágeis, a equipe soube adaptar esses conceitos à nossa realidade, trazendo uma metodologia mais simples, prática e eficiente, sem perder a consistência técnica. Além da definição dos processos, a PMBasis teve papel importante na capacitação dos gerentes de projetos, por meio de treinamentos de alta qualidade e de uma parceria muito próxima ao longo de toda a implementação. O resultado foi um aumento significativo da maturidade em gestão de projetos e uma forma de trabalho mais alinhada às necessidades da organização.
A PMBasis foi uma parceira fundamental na consolidação da cultura de gestão por projetos da TI do Grupo Santa Joana. Enquanto estruturávamos o PMO e conduzíamos iniciativas de alta complexidade, como o Projeto Paperless, a mentoria e o apoio da equipe foram decisivos para desenvolver nossas lideranças, fortalecer a governança e elevar a maturidade em gestão de projetos. O legado deixado pela PMBasis permanece na organização e contribuiu diretamente para a evolução da nossa capacidade de entregar projetos.
O que a gente instala fica registrado no Pulse, a plataforma própria da PMBasis, em operação em portal.pmbasis.io: diagnóstico de maturidade, desenho do PMO, roadmap de portfólio, indicadores, atas geradas com IA a partir da transcrição da reunião e síntese de lições aprendidas.
O trabalho completo tem cinco etapas — diagnóstico de maturidade, desenho do PMO, implantação assistida, operação com indicadores e evolução contínua. Isso é o projeto, dimensionado à parte, e não é o que acontece nos 30 minutos. Ver as cinco etapas e o painel em detalhe.
O que fica com o seu time depois não é a lembrança do projeto. É o critério de decisão, a cadência e o indicador que sustenta cada uma.
Descreva em uma linha qual projeto é e o que está travando. É essa linha que abre a conversa — para você não gastar os primeiros dez minutos explicando o óbvio, e para a gente dizer antes se o caso não é da nossa alçada.